art1A segunda crítica muitas vezes apontada ao sistema judicial português é a da sua Desigualdade Social.

De facto, com muita frequência, ouvem-se comentários, mais ou menos acertados, da parte dos cidadãos e dos actores judicias, acusando a Justiça de ser demasiado cara e de, por essa via, impedir o acesso aos Tribunais às pessoas mais carenciadas economicamente, mas a quem, mesmo assim, não pode ser negado o acesso à Justiça.

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art1Caros conterrâneos.
Continuando a falar sobre o folhetim do PSD Mangualde, intitulado de “Mangualde Livre”. Não é que passados dois anos, portanto, a MEIO DO PRIMEIRO MANDATO, vêm exigir responsabilidades?

Quer dizer, estiveram 12 anos no poder local, aumentando a dívida colossalmente, chegando ao brilhante número de 17 milhões, sim, 17 milhões, que na moeda antiga corresponde a mais de 3,4 milhões de contos e aparecem agora a exigir responsabilidades? Onde está a seriedade e vergonha destes senhores?

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art1Caros conterrâneos.
Continuando a falar sobre o folhetim do PSD Mangualde, intitulado de “Mangualde Livre”. Não é que passados dois anos, portanto, a MEIO DO PRIMEIRO MANDATO, vêm exigir responsabilidades?

Quer dizer, estiveram 12 anos no poder local, aumentando a dívida colossalmente, chegando ao brilhante número de 17 milhões, sim, 17 milhões, que na moeda antiga corresponde a mais de 3,4 milhões de contos e aparecem agora a exigir responsabilidades? Onde está a seriedade e vergonha destes senhores?

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art1Caros conterrâneos.
Continuando a falar sobre o folhetim do PSD Mangualde, intitulado de “Mangualde Livre”. Não é que passados dois anos, portanto, a MEIO DO PRIMEIRO MANDATO, vêm exigir responsabilidades?

Quer dizer, estiveram 12 anos no poder local, aumentando a dívida colossalmente, chegando ao brilhante número de 17 milhões, sim, 17 milhões, que na moeda antiga corresponde a mais de 3,4 milhões de contos e aparecem agora a exigir responsabilidades? Onde está a seriedade e vergonha destes senhores?

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art1Da literatura infere-se a existência de cinco momentos-chave sobre o conceito de PC, o seu conteúdo e as problemáticas inerentes.

O primeiro momento, que vai da Revolução Francesa e perdura durante todo o séc. XIX, entende o património como o conjunto de bens imóveis, confundido geralmente com a noção de monumento histórico.

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art1Caros conterrâneos.
A semana passada fomos brindados com um folhetim do PSD Mangualde, intitulado de “Mangualde Livre”. Todo ele cheio de cor, mas acima de tudo, com algo inacreditável, uma enorme demagogia. Não é que passados dois anos, portanto, a MEIO DO PRIMEIRO MANDATO, vêm exigir responsabilidades?

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art1É por de mais público e do conhecimento geral que a justiça em Portugal não atravessa dias felizes. Dos mais altos representantes e actores judiciários ao mais comum dos cidadãos, todos encontram defeitos, deficiências e erros que afectam os mecanismos da máquina judicial portuguesa e que fazem do terceiro poder do Estado um alvo de críticas e de reparos constantes.

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art1Abordar o património cultural é, na maior parte das vezes, tarefa difícil porquanto imediatamente as pessoas pensam em monumentos, em imóveis grandiosos e de valor artístico e arquitetónico aplaudidos por todos. Raramente se pensa no património cultural como todas as marcas, vestígios e objetos que o homem deixa e cuja natureza própria os distingam de alguma forma. Hoje pensa-se o património cultural como sendo tudo, mas como lembra Xavier Greffe, o que ganha em extensão perde inevitavelmente em profundidade.

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