Nas eleições autárquicas de 2009 os Mangualdenses foram chamados a votar e tomar uma de duas opções: ou continuar no marasmo, na falta de visão estratégica e na mais completa apatia enquanto outros municípios cresciam e se desenvolviam; ou mudar e voltar a acreditar que o nosso concelho podia regressar aos tempos áureos e ganhar uma nova vida.
Felizmente optámos pela mudança. E, decorridos dois anos sobre a eleição daquele que voltou a dar esperança e devolveu ao nosso concelho a dinâmica e a projecção que bem merecia, penso não errar quando afirmo que tomamos a opção mais acertada.
Se os dois anos de mandato que passaram parecem, à partida, ser curtos para mudar mais de doze anos de estagnação, desperdício e falta de iniciativa, a verdade é que, decorrido tão pouco tempo, o balanço é amplamente positivo e as mudanças estão à vista de todos.
Mangualde Cidade e Mangualde Concelho ganharam, logo nos primeiros meses após as eleições, uma vida e uma dinâmica que há muito não se via por terras de Azurara. Rapidamente se percebeu que à frente dos destinos do nosso Concelho estava gente com vontade de trabalhar em prol dos seus munícipes e sem olhar aos próprios interesses.
Em dois anos Mangualde voltou a estar no mapa dos investidores privados e dos dinheiros públicos que permitiram a realização de projectos sociais que vão grandemente beneficiar a nossa população, sobretudo a mais desprotegida.
Voltou-se a falar positivamente de Mangualde como um concelho onde vale a pena viver e viver com qualidade. Incentivou-se a criação de empregos com a facilitação da instalação de novas empresas e a expansão das já existentes.
Resolveram-se problemas que há décadas esperavam por uma solução e que, em poucos meses, foram resolvidos tendo em conta os interesses e o futuro dos Mangualdenses.
Dinamizaram-se os espaços públicos, há muito esquecidos, com a realização de inúmeras iniciativas culturais, desportivas e sociais, que incluíram palestras, conferências, exposições e debates.
Tudo isto sem esquecer a requalificação de infra-estruturas, de estradas municipais e o apoio dado às freguesias na realização de obras importantes para o bem-estar dos seus habitantes, bem como o apoio às associações nelas existentes.
Nada foi esquecido por este executivo camarário ao longo destes dois anos. Foram estudadas, desenvolvidas e implementadas políticas estruturantes de cariz social, cultural, desportivo e económico, todas elas com resultados à vista.
Tudo foi sendo feito de forma racional, sustentável, sem entrar em loucuras e com a plena consciência da realidade de um país e de um município que, fruto de anos e anos de má gestão, não se pode permitir luxos e desperdícios de dinheiros públicos.
Mangualde voltou a ser olhado com respeito pelos concelhos vizinhos, voltou a ser um concelho credível aos olhos do poder central e dos investidores e voltou a estar no centro da actualidade.
Os Mangualdenses voltaram a ter razões para se sentirem orgulhosos do seu concelho e para acreditar num futuro melhor.
Um futuro que este executivo camarário, superior e inteligentemente encabeçado e dirigido pelo Dr. João Azevedo, finalmente meteram em marcha.
Carlos Miguel Ribeiro Lopes - Advogado
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